Participante
- Adesão formal ao programa
- Ponto focal nomeado
- Carta de compromisso assinada
- Acesso ao catálogo de redes
- Participação em eventos nacionais
- Uso do selo institucional
- Suporte para implementação
O programa está em fase piloto e abre sua metodologia, materiais e apoio técnico a órgãos parceiros que queiram implementar a paridade de forma estruturada. Manifeste o interesse do seu órgão — entramos em contato com os próximos passos.
Manifestar interesseAderir significa pactuar publicamente metas de paridade na liderança do seu órgão e desenhar, com apoio técnico, um plano de ação adaptado à sua realidade institucional.
A instituição decide se quer entrar e quando. Sem amarra de gestão, sem imposição normativa.
Você escolhe quais dos 6 módulos implementar e em que ordem. Cada órgão desenha seu próprio caminho.
Adesão progressiva, com apoio técnico continuado e metas escalonadas conforme a maturidade do órgão.
Toda a metodologia, kits de implementação e suporte técnico são oferecidos gratuitamente às instituições aderentes.
Iniciativa alinhada ao Decreto nº 11.489/2023 (diversidade nas nomeações), à Portaria nº 6.719/2024 (enfrentamento ao assédio), aos ODS 5.5 e CEDAW, e à meta de paridade de gênero do PPA 2024–2027.
Qualquer caminho que sua instituição escolher precisa ser orientado por essas premissas. Não são opcionais — são as regras de ouro do programa.
A diversidade (raça, território, deficiência, orientação sexual) deve estar no centro do desenho de qualquer política de paridade — não como capítulo à parte.
A liderança feminina não sobrevive em ambientes hostis. Criação de canais de denúncia, protocolos de apuração e cultura de tolerância zero.
Alinhado à Portaria 6.719/2024
Preparar mulheres para a transformação tecnológica e para identificar e combater vieses algorítmicos que reproduzem desigualdades de gênero e raça.
Toda ação precisa ter meta, indicador e transparência pública. Sem dados desagregados não há política de paridade — só intenção.
A paridade precisa virar portaria, decreto e regra. Só assim sobrevive a mudanças de gestão e deixa de depender de boa vontade individual.
O programa não impõe um caminho único. Cada órgão desenha o seu — e recebe um kit completo de implementação como ponto de partida.
A gente te ajuda a mapear sua realidade institucional — barreiras, gargalos e oportunidades específicas do seu órgão.
Você escolhe quais dos 6 módulos quer implementar. Sem pacote fechado, sem imposição.
Você define a sequência e o cronograma que cabem no seu órgão e na sua gestão.
Você seleciona, dentre uma lista pronta, os indicadores que fazem sentido pro seu plano.
Roteiros, modelos, formulários e templates já prontos. Você só precisa adaptar à sua realidade.
O selo evolui conforme o compromisso institucional se consolida. Cada órgão entra pelo nível Participante e progride no seu ritmo.
A adesão não é só um selo. É a entrada num ecossistema institucional que valoriza, apoia e dá visibilidade aos órgãos comprometidos com a paridade.
Reconhecimento institucional em três níveis (Participante, Ativa, Inspiradora) conforme o avanço dos compromissos.
Conexão com redes, coletivos e iniciativas de mulheres no serviço público brasileiro.
Acompanhamento da equipe coordenadora durante o diagnóstico, a pactuação de metas e a implementação dos módulos.
Pontuação adicional em chamadas públicas de fomento à inovação, transformação digital e formação de lideranças.
Acesso prioritário a cursos, mentorias e programas da ENAP e de instituições parceiras.
Destaque em eventos como a Semana de Inovação, menção em relatórios oficiais e participação em fóruns de decisão.
Vamos retornar com os próximos passos da adesão e ajudar a desenhar o plano que faz sentido para a sua realidade.