Dados que sustentam decisões
Indicadores, análises críticas e relatórios técnicos para transformar desigualdade em compromisso institucional baseado em evidências.
Acessar dashboardPara instituições que lideram — ou querem liderar — a paridade de gênero no Brasil.
Articulada por servidoras e gestoras da administração pública.
“Para que a metade da população não fique de fora da metade da decisão.”
Diversidade não é fim. É como o Estado decide melhor.
Ler o manifesto na íntegraUma abordagem sistêmica e cientificamente embasada para acelerar a paridade de gênero na liderança pública brasileira através de ações coordenadas e mensuráveis.
Fortalecimento simbólico e institucional das mulheres já em posições de liderança, atuando sobre invisibilidade e deslegitimação.
Foco na superação de barreiras de entrada, com definição de metas e desenho de políticas de nomeação e promoção.
Ações para aumentar o desejo e preparação de mulheres para assumir funções de gestão, incluindo formação e redes de apoio.
Políticas reais de conciliação trabalho-família e medidas estruturais (jornada flexível, trabalho remoto, apoio à parentalidade) que garantem a permanência das mulheres na liderança.
Engajar homens como aliados na mudança: sensibilização, pactuação e formação de gestores com poder decisório.
Foco no "teto de concreto" enfrentado por mulheres negras, indígenas, com deficiência e LGBTQIAPN+, garantindo que a paridade não seja apenas para algumas.
Cada módulo foi cuidadosamente desenvolvido com base em pesquisas e boas práticas internacionais
Começar a JornadaQualquer caminho que sua instituição escolher precisa ser orientado por essas premissas. Não são opcionais — são as regras de ouro do programa.
A diversidade (raça, território, deficiência, orientação sexual) deve estar no centro do desenho de qualquer política de paridade — não como capítulo à parte.
A liderança feminina não sobrevive em ambientes hostis. Criação de canais de denúncia, protocolos de apuração e cultura de tolerância zero.
Alinhado à Portaria 6.719/2024
Preparar mulheres para a transformação tecnológica e para identificar e combater vieses algorítmicos que reproduzem desigualdades de gênero e raça.
Toda ação precisa ter meta, indicador e transparência pública. Sem dados desagregados não há política de paridade — só intenção.
A paridade precisa virar portaria, decreto e regra. Só assim sobrevive a mudanças de gestão e deixa de depender de boa vontade individual.
Dois braços continuam acompanhando o trabalho dos órgãos: dados públicos e articulação entre redes.
Indicadores, análises críticas e relatórios técnicos para transformar desigualdade em compromisso institucional baseado em evidências.
Acessar dashboardPor que formar uma rede, como formar, e o que ela transforma. Mais catálogo, mapa, cadastro e boas práticas.
Conhecer a redeO programa não impõe um caminho único. Cada órgão desenha o seu — e recebe um kit completo de implementação como ponto de partida.
A gente te ajuda a mapear sua realidade institucional — barreiras, gargalos e oportunidades específicas do seu órgão.
Você escolhe quais dos 6 módulos quer implementar. Sem pacote fechado, sem imposição.
Você define a sequência e o cronograma que cabem no seu órgão e na sua gestão.
Você seleciona, dentre uma lista pronta, os indicadores que fazem sentido pro seu plano.
Roteiros, modelos, formulários e templates já prontos. Você só precisa adaptar à sua realidade.
Cada instituição desenha seu próprio plano de adesão — escolhe por onde começar, em que ritmo seguir e quais módulos priorizar. A única exigência é o compromisso público.